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Admnistrador de Empresas, 34 anos

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Caldinho de Feijão


Hoje fez frio, e me deu vontade de tomar um caldinho de feijão.









Ingredientes
1/2 quilo de feijão
15 g de toucinho
15 g de charque
1 dente de alho
1 maço de coentro
1 ramo de cebolinha
1 cebola
1 pimentão
1 folhas de louro
Sal a gosto


1-Cozinhe o feijão com todos os temperos
2-Quando estiver pronto, bata o feijão no liquidificador e depois coe
3-Ferva o caldo e sirva quente

Filé de Peixe ao Forno


Ingredientes:
6 filés de peixe já temperados de sua preferência (eu usei filé de pescada)
1 lata de molho de tomate
1 copo de requeijão
1 vidro de leite de coco




1. Coloque em um refratário os filés já temperados e jogue por cima o molho de tomate, o requeijão e leite de coco já misturados
2. Leve ao forno por 20 minutos e sirva em seguida
3. Sirva com um arroz branco
4. Se quiser pode colocar para assar junto rodelas de batatas

domingo, 5 de setembro de 2010

Dicas: Recomendo um restaurante...



Domigo, vespera de feriado.... Resolvi almoçar num restaurante de eu gosto muitooo... Rancho 53... Isso mesmo, para comer um otimo bacalhau...

Prato escolhido:
Bacalhau à Narciso
Em postas, assado na brasa, puxado no azeite, alho, cebola, cheiro verde e pimentão. Acompanha “Batatas ao murro”.

Vinho:
Quinta dos Quatro Ventos (Reserva 2006)

sábado, 4 de setembro de 2010

Dicas: Como escolher um bom azeite ???


Com uma crescente variedade de azeites disponíveis no mercado, escolher um parece uma tarefa complicada. “A melhor maneira de identificar um bom azeite é degustando-o”.

Na degustação do azeite, alguns sabores indicam aspectos positivos de um bom roduto. O amargo mostra que o azeite foi extraído de azeitonas verdes ou no inicio de maturação. Já o sabor doce, suave e agradável, é típico de um azeite obtido com azeitonas completamente maduras. O picante aponta que as azeitonas ainda estavam totalmente verdes e foram extraídas no início da temporada. Sabores amendoados ou de “grama”, com um gosto mais herbáceo, também são considerados bons atributos.

É bom preferir o extra-virgem, cuja acidez fica entre 0% e 0,8%. Um azeite legítimo não traz solventes ou substâncias químicas, é somente o suco da azeitona. O que muda é o sabor, a textura, a cor ou o aroma. Mais da metade da composição é pura gordura monoinsaturada. Ele contém, ainda, ômega-3 e substâncias antioxidantes, com destaque que beneficiam as artérias. Vale ressaltar ainda a boa concentração de vitamina E, que ajuda a afastas o risco de tumores.

Na hora de comprar, preste atenção no seguinte:

- Nome do produtor, data de fabricação e de validade do produto etc.

- Acidez: azeites comuns muitas vezes não trazem essa informação valiosa. Os melhores azeites têm baixa acidez, até 0,5%. Em termos de sabor, são “picantes” na garganta, frutados (azeitona) e levemente amargos.

- Embalagem: o tamanho ideal é de 500 mililitros. Está provado cientificamente que os frascos menores favorecem a oxidação. Já o problema com as embalagens maiores é que elas duram mais — e depois de aberto o azeite vai perdendo características.

- Safra: apenas alguns têm essa informação no rótulo. Quando não está especificada, é importante observar a data de fabricação. Quanto mais fresco e jovem melhor. Azeite velho é sinal de má qualidade, pois perde aroma e sabor. Fuja de produtos que tenham sido fabricados há mais de um ano e meio.

- A coloração varia de acordo com o tipo de oliva e condições climáticas. Ao contrário do que muitos pensam, não significa que quanto mais verde o óleo melhor sua qualidade.

- Quando não é puro, é misturado com óleo vegetal e isso está escrito no rótulo, algo como“composto de azeite de oliva”.

São três tipos:
- Extra-virgem – até 1% de acidez
- Virgem – entre 1,2% e 1,5% de acidez
- Virgem fino – 1,5% a 2,3%

Os melhores azeites têm até 0,5% de acidez.

A baixa acidez, por exemplo, indica se a coleta e o processamento das azeitonas foram bem realizados. A acidez do azeite extra-virgem (resultado da primeira prensagem a frio das azeitonas e que conserva suas melhores características nutricionais). Já o azeite virgem (extraído de azeitonas maduras e obtido na segunda prensagem) É indicado consumir o produto o mais próximo possível à data de fabricação. Outro aspecto importante é procurar azeites que tenham sido embalados no local de origem. Quando isso acontece o produto tem menos contato com o oxigênio, aumentando sua qualidade. Outra referência é buscar azeites de oliva de países consagrados pela alta qualidade da produção. Issac Azar destaca além de Espanha, Itália e Grécia, os produtos vindos da Turquia, Tunísia e Síria.

Dicas: Como acender a churrasqueira ???

Esta é uma dica bem à brasileira! Para acender o fogo do churrasco de domingo, ponha álcool sobre o carvão e espere cerca de 5 minutos antes de atear fogo. O álcool será bem absorvido pelo carvão, resultando num fogo estável, que quase não necessitará de ventilação.
Não se assuste com os "estalos" do carvão enquanto o álcool é absorvido e mantenha a garrafa de álcool bem longe do fogo!

Frango na Cerveja



Ingredientes:
6 pedaços de frango (sobrecoxa) temperados (sal, limão, pimenta do reino)
1 envelope de sopa de cebola
1 garrafa de cerveja preta malzibier





Modo de Preparo
1. Coloque todos os pedaços de frando um do lado do outro dentro de uma frigideira funda
2. Cubra os pedaços de frango com o creme de cebola
3. Jogue a cerveja por cima
4. Leve a panela a geladeira, para que pegue o tempero no frango (3 horas)
5. Cozinhar por aprox. 1 hora no fogo baixo.
6. Servir com arroz branco e batata palha.

Enviado por Mariana Rocha
http://mcm.rocha.blog.uol.com.br/

Risoto Carne Seca com Abobora


Ingredientes:





Ja vou postar embreve

Vinho..... Uma das minha paixões.....

Você entra em uma loja especializada em vinhos ou senta-se à mesa de um restaurante bacana e se sente desconfortavelmente vigiado pelos olhos e ouvidos atentos do maître ou sommelier na hora de apontar o vinho que deseja...

Mesmo já tendo se aventurado em seus goles de vinhos de diferentes faixas de preço, muitos balançam ao serem postos à prova diante da tarefa de achar a garrafa que mais se adequa à ocasião ou melhor harmoniza com os pratos que irá escolher.

Se você tem tais preocupações, saiba que sua relação com vinhos já não é de um simples iniciante desinteressado, você já se encontra em um patamar acima.

De qualquer forma, é curioso notar que a mesma pessoa, diante de um menu recheado de pratos com nomes difíceis, não hesita em indagar ao maître sobre os ingredientes e forma de preparo das iguarias; dadas as explicações, não há qualquer constrangimento em decidir sobre um dos pratos listados.

Mas por que com o vinho tem de ser diferente? Por que às vezes fica a impressão que este é um universo inacessível, restrito a poucos e bons: os críticos e profissionais de vinho?

Definitivamente, desmitificar parece ser a palavra de ordem. Muitas empresas que buscam ampliar a participação do vinho no segmento de bebidas alcoólicas sustentam que esse é um dos pontos centrais a ser atacado.

O consumidor não trocará sua garrafa de cerveja por uma de vinho enquanto não se sentir à vontade para escolher e opinar sobre um produto cujos jargões criam uma aura em torno do seu consumo, dando vida a histórias e mitos que parecem não lhe pertencer.

Ao longo das últimas décadas, com o crescimento do consumo de vinhos finos no Brasil, a bebida entrou na moda. E foram criados círculos mais ou menos secretos em torno do objeto de desejo, com um vocabulário específico se configurando.

Todo esse movimento gerou uma série de benefícios, como a formação de núcleos de educação e treinamento para profissionais que vivem o dia a dia do vinho, sejam eles ligados aos processos produtivos, administrativos, de distribuição ou de vendas.

Graças a esses núcleos de formação, o consumidor hoje pode entrar em lojas especializadas e em alguns supermercados, e logo ter auxílio na escolha do melhor produto, de acordo com o seu perfil ou ocasião em que pretende abrir a garrafa.

Mas o movimento de formação não seguiu também na direção do consumidor final, ao menos não com a mesma ênfase. As possibilidades de escolhas se multiplicaram em velocidade tal que nenhum consumidor poderia acompanhar a diversidade de rótulos e safras disponíveis, nem o volume de informações que saem na mídia sobre esse mar de vinhos.

Mesmo as publicações destinadas ao apreciador leigo muitas vezes impõem barreiras ao seu leitor, fazendo uso de termos técnicos e jargões.

A cada bolso um gosto, e não há qualquer demérito nisso. Ao tentar criar figuras de linguagem em torno das descrições mais objetivas, muitas vezes as metáforas utilizadas são tão próprias da memória e do universo pelo qual transita o crítico que o consumidor comum se vê afastado da possibilidade de fazer parte daquela experiência.

Você agora deve estar se perguntando: bom, mas e aí? O que eu faço diante da carta de vinhos ou da prateleira de bebidas em lojas e supermercados? O que eu faço com o sommelier ou maître arrogante do início do texto?

A dica é: não recue, não se intimide. Pergunte. Procure auxílio e pergunte sempre ao sommelier ou atendente de vinhos. Não tema fazer perguntas sem sentido, pois todas elas têm sentido, ao menos para você que quer aprender.

Caso note um ar arrogante, abaixe ainda mais o nível das perguntas, e questione sobre coisas básicas e os termos que ele está usando para explicar determinado vinho.

Se for um bom profissional, ele encontrará a melhor forma de conduzir a explicação para que você entenda e opte com consciência. Se for um mal profissional, a arrogância saltará aos olhos, e você saberá que não adianta insistir.

Nesse caso, escolha sem seu auxilio, e busque prazer na aventura. Afinal a degustação é uma reação ao prazer causado pelo vinho, e atenção, experiência e memória são fundamentais para que o prazer do gole ocorra.

Não deixe que atrapalhem seu momento. Em tempo: tudo isso só é válido se você for um consumidor moderado, que consegue se manter atento e sóbrio durante suas degustações e conversas sobre o tema. Caso contrário, não gaste dinheiro com boa bebida!